Marcado: Carol Alencar

Temporada de Luz e Magia continua até dia 14 no Centro Cultural

luz e magia_segunda semana

Encantador. Assim resume a peça Luz e Magia, um espetáculo de jardim, da Cia das Artes, Caraguatá Artes e Instituto Novo Horizonte. A peça, de 40 minutos, traz a tona o universo lúdico da floresta e todos os seus elementos. Traz também, parte do folclore brasileiro nas cenas feitas com bonecos. Os atores/manipuladores Ramona Rodrigues, Lício Castro e Dagô percorrem o cenário, que é tão encantador quanto o roteiro, e prendem a atenção dos espectadores, os transportando para o universo pessoal, acompanhado pelos sonhos, medos, iras e prazeres do ser humano.

A sonoplastia é assinada pelo músico Celso Petit em parceria com o músico Villie Jr. A iluminação é de responsabilidade de Pietro Falcão, que tem total contribuição para que as sensações de Luz e Magia sejam ou se pareçam reais, mesmo como os figurinos da artista visual Patrícia Rodrigues e produção e colaboração de Márcia Calazans e Thayene Esquivel.

SERVIÇO: “Luz e Magia, um espetáculo de jardim” continua sua temporada na Sala Rubens Corrêa, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, sempre às 19h. A entrada custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Por Carol Alencar

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Evandro Prado e Yara Dewachter abrem temporadas de exposições no MARCO

dominus tecum

Acontece nesta terça-feira (09/04), a partir das 20 horas, a abertura da Temporada de Exposições 2013 no Museu de Arte Contemporânea – MARCO, em Campo Grande.

O campo-grandense, radicado em São Paulo, Evandro Prado, artista plástico mais conhecido pelas polêmicas envolvendo o cristianismo, volta ao Museu com suas instalações denominadas, “Dominus Tecum”, que do latim, significa, “O Senhor está convosco” e que é composta por trabalhos de eixo remanescente das Vanitas, gênero de natureza morta alegórica e de conteúdo religioso. “É um alerta sobre a enfermidade da vida, o perigo das vaidades sociais e a eminencia da morte”, conta.

Ainda segundo Evandro, mostrar sua arte em sua terra natal é sempre prazeroso. “É encantador estar em Campo Grande trazer à tona toda aquela produção que a gente faz lá fora e que, tem de certa forma, um pezinho que nasceu aqui”, comenta.

Já a exposição da artista plástica Yara Dewachter propõe uma instalação composta de pequenas e médias esculturas que consistem em bonecos de personagens de desenhos infantis que são ‘Afogados’ – mesmo nome da exposição – em parafinas e expostos em prateleiras, semelhante a um laboratório experimental. “O conjunto das peças refletem num momendo de descoberta e perda da inocência e mistura com a noção das injustiças e o real entendimento do mundo”, avalia a artista Yara.

 

Imaginário Maracangalha participa do XII Encontro Nacional de Teatro de Rua em Brasília

Embarque Maracangalha

Imaginário Maracangalha participa do XII Encontro Nacional de Teatro de Rua

Evento começa amanhã e vai até dia 3 em Brasília/DF

É com muita alegria que o Teatro Imaginário Maracangalha anuncia a sua participação no XII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua em Taguatinga/DF. A trupe embarcou na manhã desta quarta-feira para representar Mato Grosso do Sul na vertente arte de rua. O encontro acontece de 28 de fevereiro a 3 de março e renderá, além de mesas redondas, palestras, discussões, apresentações culturais, uma reunião com a Ministra da Cultura, Marta Suplicy.

Os atores Camilah Brito, Kassia Rosa, Alê Moura, Moreno Mourão, Renderson Valentin, Pietro Falcão, Lidiane Lima e Fran Corona acompanharam o diretor do grupo, Fernando Cruz na jornada. “Estamos contentes em poder representar o estado e fortalecer o cenário da arte de rua afora, além de dialogar a estética, dramaturgia e políticas públicas para o teatro de rua, que tem se sobressaído cada vez mais”, pontua Cruz. O diretor musical Jonas Feliz acompanha o Maracangalha nessa missão.

Vale lembrar que o TIM foi convidado a participar da XI Mostra Latino Americana de Teatro de Rua, que acontecerá em abril deste ano na cidade de São Paulo.

O GRUPO

Na ativa desde 2006, o grupo Teatro Imaginário Maracangalha investe na arte de rua em si. É formado por atores com experiência em diferentes linguagens e tem como carro chefe, os cortejos rua afora.

Por opção estética trabalha a pesquisa em teatro de rua e espaços não convencionais, para encenação numa perspectiva crítica e provocadora, com isso amplia o conceito de acesso as artes cênicas, circulando por ambientes que independem da caixa cênica tradicional para compartilhar conteúdo e arte.

RBTR

Criada em março de 2007, em Salvador/BA, a Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR é um espaço de articulação física e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Tem na rede virtual sua maior fonte de articulação e conta também com os encontros presenciais onde são retiradas as suas deliberações e metas de ação.

Encontre o Maraca nas Redes Sociais

Blog > http://imaginariomaracangalha.blogspot.com.br/p/sobre-o-grupo.html

Facebook > https://www.facebook.com/imaginario.maracangalha

ENCONTRO TEATRO DE RUA

Imaginário Maracangalha apresenta “Cortejo de Carnaval Evoé Baco” nesta quinta

Imagem

Teatro Imaginário Maracangalha apresenta:

“Cortejo de Carnaval Evoé Baco”

 No carnaval brasileiro temos no Rei Momo a representação de Baco e Dionísio (Grécia e Roma), neste o Rei Momo é coroado e festa acontece por cinco dias. Em Campo Grande não será diferente, este ano, a grande marca do carnaval local é que os blocos fazem a diferença…

Aqui também tem carnaval popular de rua Evoé Baco.

Na próxima quinta-feira (7),  a trupe do Teatro Imaginário Maracangalha  realiza um cortejo em homenagem a Baco, que é o Deus do Teatro e do Carnaval. Os trabalhos começam a partir das 17h e a concentração inicial acontece na Casa Vai ou Racha, na praça (entre a Igreja São Francisco e o Comper da 13).

Segundo o diretor do TIM, Fernando Cruz, o cortejo a festa popular surge para saudar Baco e também, abrir os caminhos do teatro para 2013. “Vamos nos reunir fantasiados e incentivamos todos que queiram participar com a gente, para vestirem suas fantasias e prestar essa homenagem a quem sempre nos protege, que é o Baco”, indaga Cruz.

Independente da época, o Maracangalha consagra e investe na linguagem do teatro de rua. Ainda de acordo com o diretor, os cortejos para Dionísio e Baco são realizados milenarmente e é do cortejo carnavalisado que nasce o teatro na Grécia antiga. “Desta forma mantemos a ancestralidade do teatro e do carnaval, que são festividades urbanas, feita a céu aberto, na rua e popular viva ; essas festividades populares, onde o povo se misturava independente de condição social e mesclando música, dança e diversão, dava uma certa catarse liberando as energias e entrando em estado de alegria e êxtase”, explica Cruz.

Logo após o cortejo o público poderá conferir as apresentações culturais com muita música, diversão para abrir o Carnaval 2013. “Temos uma charanga que toca e canta muitas marchinhas e que investe em composição de músicas para cortejos, garantindo toda animação e perpetuação do Carnaval de bloco de rua, que é espontâneo, livre e popular”, afirma o diretor  da trupe que representa o teatro de rua de Campo Grande.

Das apresentações culturais estão na programação o grupo Sampri, Chicão Castro, Begét de Lucena, Baldinir Bezerra da Silva e Carlinhos, Wherter Fioravanti e Gustavo Egami, Pepa Quadrini além da participação das Escolas Carnavalescas e Blocos de Rua como “Cordão da Valu”, “Bloco Sujo Rockers”, “Bloco Tereré”, “Quero Quero” e “Vai ou Racha”.

Contato para imprensa:

Grupo Imaginário Maracangalha: (67) 3356-7682

 

Brasa Comunicação

Assessoria de Imprensa

Carol Alencar

(67) 9947-6361

(67) 3211-4914

www.brasacomunicacao.com.br

Sarobá – Sambas, Bambas e Cateretês acontece nesta sexta e sábado

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Primeira edição do ano traz o Carnaval em pauta e faz o resgate do Bar da Carmem no bairro São Francisco

 Outra novidade está no lançamento do Obá Folhetim do Sarobá, um informativo sobre o que é, de fato, o Sarobá

Dando sequencia a mais uma edição do Sarobá, realizado pela trupe teatral Imaginário Maracangalha, 2013 começa a todo vapor. Com o tema “Sambas, Bambas e Cateretês” – um poema de Lobivar Matos –  o evento acontece na próxima sexta-feira (11) e sábado (12) e promete reunir diversão e arte no bar da Dona Carmem, ali no bairro São Francisco.

Com o objetivo de fazer o resgate a locais históricos da nossa Cidade Morena, o sétimo Sarobá, volta ao São Francisco para enaltecer e dar valor a história da Dona Carmem. Ela é uma das primeiras moradoras do bairro e resolveu criar o bar, porque valoriza a história das pessoas e quis construir a sua própria história atendendo e reunindo gente. “Eu sou feliz assim e nada me chateia; caso alguma coisa me incomode, eu canto, para espantar o baixo-astral”, revela a senhorinha de 76 anos. Local definido, outro papel do Sarobá é oferecer uma programação recheada com muita arte, cultura, dança, música, performance e expressões para os frequentadores assíduos (veja programação abaixo).

Como de praxe, um dia antes da festa, o Teatro Imaginário Maracangalha, abre as portas de sua sede para o Seminário Arena Aberta, que tem como tema para esta edição “Bloco na Rua”. Os convidados especiais que falarão sobre o Carnaval de rua, tradicional, cordões, bandas, corsos serão: Duddu Whalfrido (presidente da ABCANC (Associação dos blocos, bandas, cordões e corsos carnavalescos e cultural de Campo Grande) e Fernando Cruz  (diretor teatral e de cortejo de rua). O seminário começa a partir das 18h e logo após, acontecerá o lançamento do Obá Folhetim do Sarobá, um informativo que destacará o que são, de fato, os encontros do Sarobá.

Para Fernando Cruz, diretor do TIM, a edição do Sarobá 7,  é de extrema importância para o resgate do bar da dona Carmem. “O bar dela é um espaço de sobrevivência cultural, um bar com mais de 40 anos que tem, independente de público, um grupo de samba, que se junta aos sábados para tocar a sua música, e vive feliz resistindo a cultura popular campo-grandense, é no mínimo, contagiante”, indaga Fernando Cruz que acredita que a essência real do evento é transmitir uma união e comemorar. “Este Sarobá tem uma coisa muito especial, porque cai no dia do aniversário de Lobivar Matos e, também, antecede o Carnaval, que é uma data que rememora tudo que engloba esse universo…e reunir para celebrar esta data, pautando o carnaval de rua, bloco de rua, pessoas que se juntam, contagiam e saem comemorando é o resumo do que é o Sarob’em si”, avalia.

PROGRAMAÇÃO

Dia 11/01/2013 – 19h

Seminário Arena Aberta – Tema: Bloco na Rua
Convidados: Duddu Whalfrido, Presidente da ABCANC (Associação de Blocos, Bandas, Cordões e Corsos Carnavalescos) e Fernando Oliveira Cruz, ator e diretor (Teatro Imaginário Maracangalha)

Lançamento do OBÁ Folhetim do Sarobá

Local:
Sede do Teatro Imaginário Maracangalha
Rua Jullio Dittmar, 26A – São Francisco

Dia: 12/02/2013 – 17h
Festa Sarau

Local: Bar da Carmem (Rua Rui Barbosa, 4448 – São Francisco)

Música:
Pinto de Ouro, Julio Borba, Chicão Castro, Lenilde Ramos, Maria Mulata, Agemaduomi, Tambores Vento Bom, Beget de Lucena e Chico Santo.

Artes Visuais:
Instalação fotográfica – Varal de Fotos “A La Luz de La Sensualidad” de Carola Bernoh
Instalação Mandalas de Luz de Carol Alencar
Instalação Estúdio Vespa

Artes Cênicas: Teatro Imaginário Maracangalha e Pepa Quadrini

Varal de Poesias: Edson Contar

“Fala Comigo Doce Como a Chuva”

Por Carol Alencar
Nem mesmo a chuva ou um dia chuvoso explica a necessidade de expressar-se através dos sentimentos do ser humano. A chuva estava ali apenas como coadjuvante do que seria em si, o espetáculo “Fala Comigo Doce Como a Chuva”, do dramaturgo Tennessee Willians que esteve em cartaz no começo de novembro em Campo Grande.
Sob a impecável direção de Nill Amaral, os atores Arami Marschner e Paulo Porto conseguiram transmitir a real mensagem da peça, que é nada mais que a desilusão do amor, áh o amor… É, o amor, aquele tumor que mexe com a gente e nos deixa transtornado e de repente, ele muda de contexto e nos põe em ciladas internas que nem a gente sabe questionar.
Pois bem, essa tristeza do amor, da infelicidade, de como eu deixei e estou deixando o amor escapar, os atores conseguiram repassar ao público que estava ali, juntinho no palco, sentindo essa energia.
“Fala Comigo Doce Como a Chuva” traz a reflexão existencialista do ser humano, a busca constante em relutar ao mundo da ilusão para buscar uma felicidade falsa e as vezes inventada. De uma forma poética a mensagem final de solidão é nitidamente percebida aos olhos de quem se depara, até mesmo inconscientemente, ali, naquele conflito do casal.

Música de apoio aos indios Guaranis-Kaiowas por Celso Petit

Aproveitando a causa Guarani-Kaiowá, que está mobilizando todo o país em prol dos índios da região de Mato Grosso do Sul, o músico Celso Petit criou uma música que define bem a vontade e a garra indígena, que é tão forte e viva perante os nossos antepassados.

Se liga ai Caraí!!!