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Espetáculos aprovados para 5ª Mostra de Teatro Infantil de Mato Grosso do Sul

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e a atriz e diretora teatral Ramona Rodrigues divulgam nesta segunda-feira (3), os 8 (oito) espetáculos selecionados para compor a programação da 5ª Mostra de Teatro Infantil de Mato Grosso do Sul.

Os escolhidos foram: “Cadê?!”, Aplausos Cia Teatral, “Judith e sua Sombra de Menino”, Júnia Cristina Pereira, “A Paixão de Romeu e Julieta”, Grupo Casa – Coletivo de Artistas, “João e o Pé de Feijão na Terra do Nunca”, Circo do Mato, “Histórias e Canções da Nossa Terra”, Jorge Barros, Jerry Espíndola e Guga Borba, “Um Poeta na Cidade”, Emmanuel Marinho, “Dandys Acrobático”, Cia Theastai e a “Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha”, do Teatro Imaginário Maracangalha.

Os grupos de MS inscritos passaram por um processo de seleção, composto por uma comissão de representantes das artes cênicas de notório saber do estado de MS, dentre eles, profissionais da FCMS e entidades congêneres. Ao todo foram 14 inscrições de grupos da capital e interior do estado.

Idealizado pelo Ateliê Ramona Rodrigues, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, através do Fundo de Investimentos Culturais (FIC_MS), a mostra será realizada de 12 a 19 de outubro de 2017 em Campo Grande/MS no teatro e comunidades periféricas da capital.

A mostra

A Mostra levará os espetáculos para o teatro e também, para comunidades. A coordenação da Mostra é assinada pela atriz e diretora Ramona Rodrigues e os produtores: Chris Rosa, Larissa Lopes e Pablo Augusto Morente.

Ao longo das quatro edições, a arte educadora e diretora teatral Ramona Rodrigues, em parceria com agentes e entidade culturais promoveu uma agenda de espetáculos teatrais voltados para a infância. Em todas as edições, o projeto ofereceu oficinas, palestras e promoveu campanha de arrecadação de brinquedos e livros que foram doados à crianças em situação de vulnerabilidade social, superando mais de 3 mil doações.

Para este ano, o projeto trará ainda, a apresentação de outros grupos de teatro infantil do Estado de Mato Grosso do Sul, o que promove reflexões e conhecimento a partir das conexões entre Teatro Infantil, Arte-educação e Cultura da infância.

Além dos espetáculos, a programação contará ainda com o Seminário Aberto “O Direito da Criança, a Cidade e a Cultura”, uma oficina de arte-educação e outra de Interpretação no Teatro Infantil para artistas e arte educadores e 4 eventos com as brincadeiras tradicionais e entrega de brinquedos e livros em comunidades.

 

Imaginário Maracangalha apresenta agenda de Junho com espetáculo ‘Conto da Cantuária’

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Teatro Imaginário Maracangalha apresenta:

Projeto Passe Livre

Temporadas de Teatro de Rua

 O Teatro Imaginário Maracangalha em sua trajetória construiu um expressivo repertório de espetáculos, intervenções e performances fazendo da rua seu espaço de pesquisa estética, atuação política e manutenção através do chapéu e contribuições espontâneas.

No mês de junho de 2017 o grupo dá início a mais uma ação autônoma que é o Projeto Passe Livre, acreditando na arte como direito a cidade circulará ao longo desse ano pelos bares, praças e feiras livres da cidade com temporadas de Teatro de Rua do seu repertório composto de quatro (04) espetáculos: ‘Conto da Cantuária’ – ‘Tekoha – Ritual de Vida e Morte do Deus Pequeno’ – ‘Areôtorare’ e ‘Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha’.

Sobre o espetáculo de rua CONTO DA CANTUÁRIA:

O Projeto Passe Livre inicia com a temporada do espetáculo de rua Conto da Cantuária que estreou em 2007, sendo a primeira montagem de grande circulação do grupo que esse ano completa 11 anos.

O “Conto da Cantuária” em um longo processo de pesquisa tornou-se elemento de pesquisa do grupo conquistando público, prêmios, vários anos de circulação e uma pesquisa científica.

A peça teatral “Conto da Cantuária” é uma adaptação da obra Contos de Canterbury escrita pelo autor inglês Geoffrey Chaucer no período de 1384 – 1400, em plena inquisição na idade média.

O texto crítico e humorado é constituído de 29 contos e o grupo optou pela montagem do “Conto do vendedor de indulgências” que retrata de forma farsesca e ácida o comércio das religiões e as corrupções em nome de Deus, do dinheiro e da ambição, traçando um paralelo com os dias atuais.

Na montagem atual o elenco é composto pelos atuadores Renderson Valentim, Fran Corona, Moreno Mourão e Fernando Cruz que atua e assina a direção da peça.

No final da circulação de junho a peça Conto da Cantuária participa da “Mostra Artística da Rede Brasileira de Teatro de Rua” em Presidente Prudente/SP que apresentará importantes produções do Teatro de Rua Brasileiro dentro da programação do XX Encontro da Rede brasileira de Teatro de Rua.

Ao circular pela cidade em 2017 com o Projeto Passe Livre, o Teatro Imaginário Maracangalha mantém seu processo de pesquisa continuado e afirma a identidade do grupo que opta pelo teatro de rua debatendo temas, ideias, formas e meios estéticos que dialoguem com a cidade, a realidade dos trabalhadores, transeuntes das ruas dos centros e periferias.

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FICHA TÉCNICA

Sinopse : Quatro peregrinos , reúnem-se por acaso em uma taverna. Para que a viagem transcorra mais agradavelmente, o taverneiro sugere que cada um conte uma história, prometendo um belo jantar ao melhor narrador.

Direção e adaptação: Fernando Cruz

Atuadores: Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim, Fernando Cruz

Figurinos e Cenário : Teatro Imaginário Maracangalha

Contra Regra : Ana Capilé

Fotografia : Diogo Gonçalves – Ateliê Passarinho

Arte Visual : Maíra Espíndola

Programação:

10/06 – 11h – Praça Ari Coelho

11/06 – 13h – Feira Praça Bolívia Tikai

14/06 – 11h – Praça Ari Coelho

15/06 – 22h – Drama Bar

17/06 – 19h – Feira Livre da Vila Jaci

18/06 – 10h – Feira Livre do Nova Lima

21/06 – 11h – Praça Ari Coelho

22/06 – 11h – Praça Ari coelho

24/06 – 16h – Parque Sóter

25/06 – 18h – Praça do Peixe Feira Tuiuiu

28/06 – 20h – Mostra Artística Nacional da Rede Brasileira de

Teatro de Rua – Local: Galpão da Lua – Presidente Prudente SP

 Contatos: Fernando Cruz  > 67 992509336 – 67 30435751

teatroimaginariomaracangalha@gmail.com

Imprensa: Carol Alencar (67) 99999-6361

Fotos: Diogo Gonçalves

Artista Evandro Prado realiza exposição individual ‘Sem Berço’ em São Paulo

NEOARTE - Soluções Fotográficas para o Mercado de Arte / www.neoarte.net

Sem Berço / EVANDRO PRADO

O artista Evandro Prado inaugura dia 21 de junho, às 19h, na Galeria Jairo Goldenberg, a exposição “Sem berço”. Trata-se da primeira individual do artista sul mato-grossense em São Paulo, que apresentará pinturas a óleo, objetos e uma instalação na fachada da galeria em Higienópolis.

Os trabalhos dessa exposição suscitam reflexões sobre a formação da sociedade brasileira. A discussão conceitual busca expor as contradições de um país continental, rico e belo, mas colonizado, explorado, devastado pela cobiça. Um país de extremos, desigual, formado por paradoxos. Abençoado pela Igreja Católica e dirigido por uma oligarquia pretensiosa que fez riqueza a partir do sangue dos nativos e do trabalho de homens negros escravizados. O artista é provocativo e suas pinturas são inquietas. Proporciona êxtase e mal-estar ao colocar em cheque a história “oficial” e seu culto aos “heróis” da nação.

Na fachada da galeria, um anjo alado com uma auréola azul de neón, segura em suas mãos um machado vermelho, também de neón. Neste jogo de contradições, Prado utiliza da figura do anjo e do machado para anunciar a conquista do “novo mundo” e a devastação que se seguirá. É o arauto que proclama o descobrimento do Brasil e dá boas vindas a exposição.

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Entre as pinturas, destaca-se o busto de D. Pedro I, semelhante a centenas de outros bustos de chefes políticos que estão espalhados por todas as praças do país, expostos as intempéries e servindo de banheiro para os pombos. Também temos uma pintura do proclamador da República, Marechal Deodoro, o qual está de cabeça para baixo, sendo carregado por corvos. Duque de Caxias, comandante militar durante a Guerra contra o Paraguai, também é colocado em um ambiente frágil, sua figura está no alto de um monumento de madeira com uma estrutura pífia, cenográfica. O conceito do artista é expor a fragilidade que permeia estas figuras do poder. Os trabalhos fazem referência a construção de uma memória nacional que privilegia o culto aos “grandes homens”, líderes militares ou chefes políticos.

Prado não deixou de lançar sua crítica a atuação da Igreja Católica, que durante o período colonial apoiou e colaborou com a escravidão dos povos negros. A tela com os anjos barrocos carregando crânios deixa bem clara esta relação. A pintura que apresenta a imagem de uma santa coberta por um saco de lixo preto e outra que traz a imagem Jesus “sem cabeça”, buscam evidenciar que a Igreja fingia não enxergar a cruel realidade que ela legitimava.

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Sobre o artista:

Com 31 anos o artista coleciona exposições, prêmios e polêmicas. Em 2006, durante a exposição “Habemus Cocam”, foi processado cível e criminalmente pela Igreja Católica, quando contrapôs ícones religiosos com a Coca-Cola. Participou de importantes salões de arte, como o Paranaense, do Centro-Oeste, de Goiás e de cidades do interior de São Paulo. Foi selecionado no programa “Rumos Itaú Cultural” e na exposição “Abre Alas” da Gentil Carioca. Atualmente vive e trabalha em São Paulo atuando também com o Grupo Aluga-se desde 2010.

Serviço:

Abertura: 21 de junho, as 19h

Exposição: de 22 de junho a 30 de julho

Endereço: Rua Tinhorão, 69 – Higienópolis

Horários: De segunda a sexta das 10 as 18h e sábados das 11 as 14h

Contato:

Evandro Prado: 11 98055 5984; evandro_prado@terra.com.br

http://www.evandroprado.com.brNEOARTE - Soluções Fotográficas para o Mercado de Arte / www.neoarte.net

Ateliê Ramona Rodrigues abre inscrição para grupos de teatro participarem da 5ª Mostra de Teatro Infantil de MS

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Estão abertas até 05 de junho, as inscrições para grupos de teatro infantil participarem da programação do Projeto “5ª Mostra de Teatro Infantil de MS”, que será realizado de 12 a 19 de outubro de 2017 em Campo Grande/MS.

O edital com informações e a ficha de inscrição estão disponíveis no blog do Ateliê (www.atelieramonarodrigues.blogspot.com.br). O projeto foi idealizado pelo Ateliê Ramona Rodrigues e está em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, através do Fundo de Investimentos Culturais (FIC-MS).

“Neste ano, a 5° Mostra de Teatro Infantil de MS inova porque abre para todo o Estado. O objetivo é, além de reunir um maior número de grupos de teatro infantil mostrando suas produções, também dialogar, aprender e compartilhar experiências na busca da valorização da arte através do teatro para a formação intelectual emocional e corporal de crianças, jovens e comunidade em geral”, destacou a diretora, produtora e arte-educadora Ramona Rodrigues.

Todo e qualquer grupo de teatro que tenha um ou mais espetáculos voltados para a infância podem concorrer. Basta preencher a ficha de inscrição e encaminhar somente através dos Correios (carta simples registrada e ou Sedex), ao Projeto 5ª Mostra de Teatro Infantil de MS, Rua 14 de julho, 1431, casa 03, Centro, Campo Grande/MS, CEP: 79.002-330, com a Ficha de Inscrição devidamente preenchida, e a seguinte documentação:

  1. a) material gravado em CD/DVD, com o trabalho do grupo;
  2. b) Ficha técnica; c) currículo do artista e/ou grupo devidamente comprovado;
  3. d) identificação e dados pessoais com endereço completo, o telefone de contato e e-mail;
  4. e) três fotos do artista ou grupo em CD/DVD, no formato jpg e com resolução mínima de 300 dpi.

Ao todo, serão selecionados oito (8) espetáculos para se apresentarem na mostra. Cada um receberá um cachê de R$ 4 mil, mediante apresentação de nota fiscal.

As propostas serão analisadas por uma Comissão de Seleção formada por representantes da área teatral de MS. E o resultado será divulgado no Blog do Ateliê, no dia 03 de julho de 2017 e também ficará disponível para consulta pública no site da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e locais púbicos no Centro de Campo Grande.

A mostra

Ao longo das quatro edições, a arte educadora e diretora teatral Ramona Rodrigues, em parceria com agentes e entidade culturais, promoveu uma agenda de espetáculos teatrais voltados para a infância.

Em todas as edições, o projeto ofereceu oficinas, palestras e promoveu campanha de arrecadação de brinquedos e livros que foram doados a crianças em situação de vulnerabilidade social, superando mais de 3 mil doações.

A programação contará ainda com o Seminário Aberto “O Direito da Criança, a Cidade e a Cultura”, uma oficina de arte-educação e outra de Interpretação no Teatro Infantil para artistas e arte educadores, além de brincadeiras tradicionais e entrega de brinquedos e livros em comunidades.

Contato para imprensa:

Ramona Rodrigues (67) 9 99903-3550

Carol Alencar – Assessoria de Imprensa (67) 9 9999-6361

Fotos: Grupo Infantil de Teatro Brincarte – Espetáculo Palhashow – Crédito: Luiz Ernesto.

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Teatro Imaginário Maracangalha apresenta: VII Temporada do Chapéu de 16 a 19 de março em CG

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O Teatro Imaginário Maracangalha apresenta:

VII Temporada do Chapéu – Mostra Nacional de Teatro de Rua

16 a 19 de março

FIC/MS e Sesc MS

Campo Grande/MS

 

Nos dias 16 a 19 de março, o Teatro de Rua vai ocupar a cidade. É que o Teatro Imaginário Maracangalha realiza a VII Temporada do Chapéu nas ruas de Campo Grande.

Para iniciar, haverá o tradicional Cortejo de Abertura que será conduzido pela Orquestra Vai Quem Vem e com demais artistas. A programação conta com mostra de teatro de rua, intervenção artística, performance, seminários, oficinas, lançamento de livros e sarau a céu aberto.

A VII Temporada do Chapéu prevê a realização de 12 (doze) espetáculos de regiões diferentes do país e aqui de Mato Grosso do Sul também. Nas ações de formação acontecerá o “Seminário Arena Aberta – A rua é nossa” com a participação de artistas de diferentes regiões  do Brasil: Vera Parenza (RS), Vanéssia Gomes (CE), Marcio Silveira dos Santos (RS), Marcelo Palmares (SP), Luiz Valente (SP), João Rocha (MS). O mediador dos Seminários será o diretor do TIM, Fernando Cruz.

“Tecendo um panorama do teatro de rua e as políticas públicas para espaços públicos no país, indagando qual é o espaço da liberdade de expressão nas ruas no momento em que o país retrocede em suas políticas sociais e na democracia, seguimos fortes e vivos na manutenção da arte pública para todos, é este o propósito de estarmos sempre atuantes”, explica Fernando Cruz.

Durante a Temporada, haverá “Oficina Teatro e o Corpo”, com o Grupo Pombas Urbanas de São Paulo e o lançamento de duas importantes publicações sobre Teatro de Rua.

VII Temporada Do Chapéu

A “Temporada do Chapéu”, em sua trajetória de seis anos consecutivos e agora na sétima edição tornou-se referência de arte pública em Campo Grande, no MS e no país, tendo reconhecimento notório por sua qualidade de espetáculos, performance, intervenções e seminários.

O projeto conta com o investimento do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC 2015) e também com o apoio cultural de parceiros como: SESC Mato Grosso do Sul, Central de Economia Solidária e Rede Brasileira de Teatro de Rua.

As apresentações acontecerão em vários espaços públicos abertos, o que possibilita o acesso ao público de todas as idades e segmentos sociais, possibilitando ao o público campo-grandense ter acesso gratuito a produção teatral de rua do país e do MS.

A Temporada do Chapéu privilegia a troca de saberes entre grupos e a comunidade local durante a mostra, qualificando dessa forma os grupos locais que muitas vezes ficam isolados de ações formativas referente a linguagem de rua e suas especificidades.

A parte formativa da Temporada do Chapéu também acontece em espaços abertos, destacando-se pela participação de importantes nomes do teatro brasileiro e de estudiosos sobre arte pública em espaços públicos com lançamentos de publicações, seminário e oficinas abertas à comunidade.

Arena Aberta

O “Seminário Arena Aberta” é reconhecido como um dos importantes momentos de debate e construção de conhecimento sobre a relação entre arte pública e políticas públicas para arte em espaços abertos dentro do direito a cidade, a cada ano que passa mais pessoas interessadas participam desse importante momento.

O Grupo

O Teatro Imaginário Maracangalha ao completar dez anos em 2016 é reconhecido pela capacidade e importância em mudar e afirmar a cena de arte pública no MS realiza três vezes ao ano o “Sarobá – ocupação de rua” com linguagens integradas, mostra de repertório de espetáculos e intervenções no mês de agosto quando comemora seu aniversário, ocupando o ano todo as ruas e praças da cidade.

O grupo é composto por atores e produtores de arte e cultura e desenvolve ações continuadas de pesquisa, montagens e apresentações públicas, fazendo do chapéu sua forma de resistência, circulando nacionalmente com seus espetáculos e oficinas.

Participa ativamente da Rede Brasileira de Teatro de Rua (RBTR) que integra grupos e companhias de teatro de rua com processos continuados, intercambiando conhecimento e formas de ocupação e realização de mostras e festivais de teatro, discutindo autogestão, criação, política e estéticas para rua.

Serviço: A VII Temporada do Chapéu acontece entre os dias 16 e 19 de março nos espaços públicos da cidade.

Contatos

Fernando Cruz (67) 9 9250-9336

Produção

Renderson Valentin (67) 9 9308-7747

Fran Corona (67) 9 9169-0788

Imprensa

Carol Alencar (67) 9 9999-6361

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PROGRAMAÇÃO VII TEMPORADA do CHAPÉU

16/03/2017

QUINTA FEIRA

11h [Calçadão da Barão] Cortejo de Abertura com Orquestra Vai Quem Vem, Teatro Imaginário Maracangalha e artistas que estarão participando da VII Temporada do Chapéu.

12h [Calçadão da Barão] CIRCO LE CHAPEAU – Tradicional Pocket Show [Campo Grande – MS]

Uma espetacular e singela homenagem ao “Circus” do mundo! “Tradicional Pocket Show” traz para a rua a magia dos circos de lona, retratando com muito bom humor os “Circos dos Horrores” de uma formar dinâmica, contagiante e contemporânea. Sem perder a magia e mantendo a tradição da grandiosidade e do glamour do circo, mesmo sem condições. A dupla de artista se reveza em todos os papéis do circo: do artista ao barreira, do apresentador ao dono do circo, do pipoqueiro a mulher barbada… enfim, uma verdadeira viagem na história do circo, onde o principal objetivo é encantar o público com um nível técnico de qualidade e alegria. Um espetáculo frenético com 45 minutos de muita diversão e livre para todas as idades.

Elenco: Junior De Oliveira e Pepa Quadrini

Direção: João Rocha

Figurino: Circo Le Chapeau

Fotografia divulgação: Vaca Azul/Helton Perez

 

19h [Teatro de Arena da Orla Morena] CIRCO DO MATO – Os Corcundas [Campo Grande – MS]

Uma pantomima que conta a saga de dois corcundas errantes: ele, o Corcunda, simpático, feio e puro! Como um cão, tenta ser amigo, mas, tem medo dos homens! Ela, a Corcunda, é feia e brincalhona. Esperta como um macaco, não percebe a opinião ou lógica das pessoas. Depois de caminharem pelo mundo, sem nada para vender ou comprar, são arrebatados por um amor sincero, avassalador, verdadeiro, engraçado e puro. Um espetáculo que diverte e emociona!

Texto, dramaturgia e direção: Breno Moroni

Elenco: Luciana Kreutzer; Mauro Guimarães

Figurino e material Cênico: Circo do Mato

Produção Executiva e Operação de som e luz: Laila Pulchério

Fotografia: Larissa Pulchério; Laila Pulchério

 

20h [Teatro de Arena da Orla Morena] MAMULENGO RASGA ESTRADA – O Sumiço do Boi Pintadinho [Presidente Prudente – SP]

 

Simão e outros personagens clássicos do mamulengo vão viver uma história cheia de confusões em torno do sumiço do boi Pintadinho. Numa linguagem popular, a história é narrada de maneira leve e solta com trocadilhos, escatologias e pitadas de críticas sociais. Coroné João Redondo, Preto Velho, a Cobra e até o Cão dos Inferno vão aparecer e Simão fará de tudo para recuperar o boi sumido. O público participa dessa história cheia de surpresas hilárias e ajuda Simão a se safar da imensa confusão que se meteu.

Autor: Mamulengo Rasga Estrada;

Música: Rafael Batalini e Bruno Palácio;

Bonequeiro: Felipe Barros;

Cenário: Angela Farias e Juliana Scorza;

Figurino: Angela Farias, Rosana Fonseca e Dona Antônia;

Fotografia: João Paulo Pimenta e Regis Garcete;

Filmagem: Camila Peral e Gabriel Ávila;

Orientador e Mestre: Danilo Cavalcante;

Arte Gráfica: Deva Bhakta;

Edição de imagem: Felipe Barros;

 

17/03/2017

SEXTA FEIRA

9h às 11h30 Oficina sede economia solidária OFICINA – O Teatro e o Corpo – Grupo Pombas Urbanas –  SP

15h30 [Sesc Morada dos Bais] ROSA DOS VENTOS – Super Tosco [Presidente Prudente – SP]

É Super! Tem incríveis acrobacias, habilidades, número de equilíbrio, músicas cantadas e tocadas ao vivo com naipe de sopros e uma banda completa de um homem só, o Maestro Nicochina. Tem muito mais, animais ferozes, bambolês adestrados, dançarinos e artistas internacionais que se apresentam a qualquer custo. Por que Tosco? So assistindo pra saber… Super Tosco não tem segredo, o espetáculo é super, mas é Tosco. É mais que o mais dos mais! Chega a ser heróico de tão super. Mas o super não vem sozinho, é pressuposto para nome composto, aí que vem o Tosco.  A trama é real, feita por palhaços que com suas histórias e números de divertimento não vão achar outra forma de heroísmo que não a tosca… A grandiosidade do Super aparece em acrobacias habilidades, número de equilíbrio, músicas cantadas e tocadas ao vivo com naipe de sopros e uma banda completa de um homem só, o Maestro Nicochina. Tem muito mais, animais ferozes, bambolês adestrados e artistas internacionais que se apresentam a qualquer custo. (Obs.: Ma… ma pensa num negócio tosco? Malacabado? Bagunçado? Sujo? Nuns artistas charlatões?). Essa é uma farra circense para rir!

Elenco: Luís Valente, Fernando Ávila, Tiago Munhoz e Robson Toma.

Adaptação, criação e direção: Rosa dos Ventos

Linguagem: Arte cênica de Rua

Trilha e Música original: Robson Toma

Figurinos e cenografia: Rosa dos Ventos

17h [Sesc Morada dos Baís] GRUPO TEATRO DE CARETAS – Final de Tarde [ Fortaleza – CE]

O espetáculo Final da Tarde se baseia numa experiência diferente de teatro de rua, tanto na relação entre ator e público como na relação com a cidade. O espetáculo propõe uma experiência de atuação cênica baseada no detalhe da interpretação, onde proximidade e intimidade entre transeuntes e atores são os elementos centrais. Um aspecto importante é que os transeuntes não são previamente informados da peça. Não há palco nem formalidades de início e fim. A história de uma mãe, seu filho e seu marido que invade o dia a dia da cidade no instante cotidiano.

Direção e Dramaturgia: André Carreira

Assistente de Direção: Lara Matos

Oficina de Atuação: Miguel Rubio (Yuyachkani Peru)

Elenco: Vanéssia Gomes; Non Sobrinho; Vera Araújo;

Assistência de Cena: Rebeka Lúcio

Figurino: Jacqueline Brito

Projeto Cenográfico: Diego Brito

Cenografia (Cadeira) : Cleomir Alencar

Produção Vanéssia Gomes

Assistente de produção Vera Araujo

 

19h30 [SEDE ECONOMIA SOLIDÁRIA] Seminário Arena Aberta – A RUA É NOSSA  com Vera Parenza (RS), Vanéssia Gomes (CE), Marcio Silveira dos Santos (RS), Marcelo Palmares (SP), Luiz Valente (SP), João Rocha (MS)

Mediador – Fernando Cruz

 

Lançamentos dos livros:

Livro “Teatro de Rua – Discursos, Pensamentos e Memórias em Rede Organizadores: Vanéssia Gomes; Licko Turle; Jussara Trindade.

O Grupo Teatro de Caretas apresenta TEATRO DE RUA: Discursos, Pensamentos e Memórias em Rede. O livro está organizado de forma a propiciar aos leitores (em especial aqueles artistas que atuam nos espaços abertos) os múltiplos olhares de algumas práticas/experiências artísticas realizadas pelos rueiros do Brasil que se transformaram em estudos, pesquisas, reflexões, registros históricos. De certa forma, ele é para nós uma práxis; ou seja, uma devolução teórica para retroalimentar a nossa prática como artistas-trabalhadores das ruas que somos. Os articulistas, que generosamente contribuíram com esta edição, são atores/ diretores integrantes de um ou mais coletivos ou grupos de teatro de rua de todo o Brasil. Alguns atuam também no ensino das artes, em instituições públicas e privadas, como artistas-docentes; outros aprofundam suas investigações no campo científico da pesquisa e da pós-graduação. Uma conquista para a multiplicação dos saberes e fazeres desta modalidade teatral, na permanente busca pelo fortalecimento das artes públicas no país. Ela é um verdadeiro e merecido presente para se comemorar, os 10 anos da RBTR e os  18 anos do Grupo cearense de teatro de rua, o Teatro de Caretas. Em novembro no Ceará o Grupo organizou um encontro nacional de teatro de rua tendo a presença de 210 pessoas ao longo de 5 dias de atividades em Fortaleza e Aquiraz. Tudo isso foi possível devido a FUNARTE – Fundação Nacional de Artes, o movimento Todo Teatro é Político, do Ceará (o primeiro, com recursos financeiros; e o segundo, com sua rede de articulações locais) e a Casa Civil do Governo do Estado do Ceará, que respalda a arte pública de rua como um bem necessário para a população do Estado e em consequência para todo o Brasil, nos dando condições para a publicação deste livro e a produção de um vídeo documentário sobre o evento. Vida longa à Rede Brasileira de Teatro de Rua!

Livro “Longa Jornada de Teatro de Rua Brasil Afora.” Autor: Márcio Silveira dos Santos

O Livro “Longa Jornada de Teatro de Rua Brasil Afora” apresenta ao público um recorte da trajetória do Grupo Manjericão. São relatos apaixonados que vem à tona pelas mãos de um de seus fundadores, Márcio Silveira dos Santos, desde seu início, trazendo essas vivências ao leitor como se fosse espectador de cada momento vivido. Ainda traz os relatos da maior aventura do coletivo artístico porto-alegrense, que parte do Rio Grande do Sul para uma jornada no norte do Brasil. Mas não é uma expedição qualquer. Trata-se de levar a arte teatral para o interior da Amazônia, descendo de barco rio abaixo e atracando nas comunidades ribeirinhas com a palhaçaria feita por um experiente trio. Essa jornada é apresentada em seus encontros inusitados e momentos singulares, em narrativas e diários de bordo, além de muitas imagens captadas nesta imersão na floresta.

 

18/03/2017

SÁBADO

11h [Praça Ari Coelho] Teatral Grupo de Risco – A Princesa Engasgada [Campo Grande – MS]

Uma história irônica de uma princesa que se engasga com uma espinha de peixe e o rei determina que seja encontrado um médico para curar sua filha. Uma camponesa cansada apanhar do marido, resolve se vingar e diz ao fidalgo  que ele é médico,  mas  só  trata  seus  pacientes  quando  apanha.  O camponês, sem direito de recusa, é levado ao rei e assim começa seu castigo.  Com suas peripécias consegue ganhar a simpatia do rei.  Tendo como referência a Comédia  Dell’Arte,  dois  atores se transformam em reis,  princesas,  camponeses,  tudo  aos  olhos  do  público  que participa ativamente de toda a história. O espetáculo resgata o clima da Idade Média, quando as companhias cênicas viajavam pelo interior dos países europeus apresentando suas peças em carroças.

Direção: Colaborativa (o grupo), assinada por Roma Román

Produção: Fernanda Kunzler

Elenco: André Tristão e Yago Garcia

Música: Ewerton Goulart

Cenário: Márcia Gomes

Adereços: Emmanuel Mayer e Roma Román

Figurino: Anderson Bernardes

Texto: Márcia Frederico

15h [Sesc Morada dos Baís] MOENDA COLETIVO DE TEATRO – Amizade é uma Coisa, Farinha é Outra

Seu Florindo é um homem humilde. Seu maior orgulho é seu jardim, onde colhe flores de todas estações. Seus vizinhos sabem que em suas terras tudo cresce, e por conta de seu caráter generoso, divide tudo que planta, principalmente com seu maior amigo, seu Osvaldo, grande proprietário de terras da região. Mas Osvaldo tem outras ideias sobre o que é ser amigo e como agir com as coisas que crescem em suas próprias terras. Por ser doutor sábio, grande conhecedor de filosofias e teorias humanas, vai tentar ensinar para o humilde Florindo o que é ser amigo de verdade, afinal, amizade é uma coisa, farinha é outra!

Texto: Coletivo Moenda de Teatro (livremente inspirado no conto O Amigo Dedicado, de Oscar Wilde).

Elenco: Natalia Mazarim, Antonio Junior, Tig Vieira, Lucas de Oliveira, Larissa Sampaio e Marina Cucco.

Cenografia e figurinos: O coletivo

Direção: José Parente

Produção: Natália Mazarim

Apoio a produção: Tig Vieira

Produção Gráfica: Tig Vieira

 

16h [Sesc Morada dos Baís] OIGALÊ – Circo de Horrores e Maravilhas [Porto Alegre – RS]

Circo de Horrores e Maravilhas é a décima montagem da Oigalê. Farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas ‘diferentes’ como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética. A barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades, frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade.  O texto foi inspirado em casos verídicos. As ‘grandes diferenças’ são mostradas como metáforas da intolerância às pequenas diferenças, existentes em diversos âmbitos da sociedade e que ainda prevalecem pelo mundo inteiro. A montagem partiu do texto dramatúrgico e de improvisações, por meio da pesquisa de uma linguagem de ampliação corporal, jogo e composição de imagens apropriadas à dramaticidade dessas figuras.  A música é executada ao vivo pelas próprias atrizes, conferindo um colorido especial ao trabalho. O espetáculo conta com o recurso de acessibilidade de Libras, a língua brasileira de sinais (executada pelas próprias atrizes), facilitando a comunicação com a comunidade de deficientes auditivos.

Texto e Trilha Sonora: Fernando Kike Barbosa; Vera Parenza

Direção: Cláudia Sachs; Vera Parenza

Atuação: Roberta Darkiewicz; Vera Parenza

Preparação e Direção Musical: Simone Rasslan

Arranjos: Beto Chedid

Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva

Cenografia: Luís Marasca

Assistente de Cenografia: Lia Rodrigues

Produção: Giancarlo Carlomagno; Hamilton Leite; Ilson Fonseca; Vera Parenza

 

17h [Sesc Morada dos Baís] POMBAS URBANAS – Era Uma Vez Um Rei [ São Paulo – SP]

“Era Uma Vez Um Rei” traz à cena a vida de três mendigos, catadores de papelão, ferro e garrafas que se revezam para empurrar o seu carrinho. Aos poucos o trabalho se transforma em uma brincadeira na qual, a cada semana, cada um deles será rei, depois presidente e em seguida ditador. O jogo humano e imaginativo torna-se intenso e esses mendigos saem completamente da realidade em que vivem para entrar em um espaço lúdico e de fantasia sobre o poder e a riqueza. Ao mesmo tempo inocente e malicioso, a despolitização deles coloca-os na posição de subjugar o seu próximo. Eles acabam perdendo totalmente seus escrúpulos para dominar um ao outro e manter-se no poder, ou melhor, em cima do carrinho. Um teatro popular, profundamente humano e político, que de forma simples e direta, abre um diálogo com seu público, com sua comunidade, para que a partir da Arte, cada um possa se reconhecer como um ser que vive e participa das questões relevantes ao nosso país e a nosso tempo. A linguagem do espetáculo propõe uma dinâmica que se abre a participação do público, assumindo o teatro como um ato público, onde a plateia pode adotar, em alguns momentos, o papel / posição de “povo” no desenrolar do espetáculo.

Texto: Oscar Castro

Direção: Juliana Flory

Cenografia: Alexandre Souza

Figurino: Carlos Alerto Gardin

Assistente de figurino: Fernanda Versolato

Direção Musical: Grupo Pombas Urbanas e Giovanni Di Ganzá

Música de abertura: “Molambos Molhados” – Ray Lima

Arte Gráfica: Grupo Pombas Urbanas e Inês Castelli

ELENCO: Adriano Mauriz; Marcelo Palmares; Paulo Carvalho Jr; Cinthia Arruda; Juliana Flory; Marcos Kaju; Natali Santos; Ricardo Big

 

19/03/2017

DOMINGO

SARAU DO CHAPÉU:

 16h na Orla Ferroviária

16h -TEATRO IMAGINÁRIO MARACANGALHA – Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha [Campo Grande – MS]

Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.

Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca

Direção: Fernando Cruz

Direção musical: Jonas Feliz

Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim

Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva

Arte : Thiago Silva/Najom

Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho

17h30 -GRUPO UÊBA – Zão e Zoraida em Mapa para Brincar [Caxias do Sul – RS]

“Zão e Zoraida em Mapa Para Brincar” é uma peça com a essência do universo infantil. A história começa com o encontro dos dois palhaços que juntos partem para a busca da felicidade eterna. Seguindo o mapa, eles entram na floresta, passam por diversas situações cômicas, são pegos pelo guarda e vão parar na prisão. Eles aprendem a lição e partem em busca do tesouro, até que uma descoberta muda essa história… Os personagens interagem com o público e fazem com que todos participem na busca pela Felicidade Eterna.

Autores: Jonas Marcel Piccoli e Aline Fernanda Zilli

Diretor: Jonas Piccoli

Figurinista: Raquel Cappelletto

Elenco:  Aline Fernanda Zilli – Zoraida, Jonas Marcel Piccoli – Zão

Apoio e sonoplastia:  Márcio Silveira

 

 

PERFORMANCE – Glória ao Boi nas Alturas

A Performance “Glória ao Boi nas alturas” vai trazer um retrato da aristocracia branca e ruralista, hora ao buscar a essência da cultura bovina, hora ao fazer o duo entre política e religião. A interação com o público é inevitável. Duração: entre 15 e 20 min.

Direção: Estefania Martins e Thiago Silva Moraes.

Roteiro: Estefânia Martins.

Produção: Bárbara Albino, Estefânia Martins e Thiago Silva Moraes.

PERFORMANCE – Interna Sombra

Direção : Henrique Lucas

Interpretação Henrique Lucas e Marcos Gautto

Produção – Rafael Mareco

MÚSICA:

MOCAMBO GROOVE [Presidente Prudente – SP]

A Mocambo Groove no show “Mocambagem” apresenta um pouco da diversidade da música brasileira com pitadas de “word music” através de composições que foram desenvolvidas ao longo deste quase sete anos de sua formação, com influências de música instrumental e música popular brasileira as composições são marcadas pelo baião, maracatu, samba, ijexá, frevo e a sua mistura com rock, reggae, funky, salsa e entre outro estilos que são experimentados e “lapidados” em busca do groove.

Grupo La Firma (CG), Subaquera da Bahia e,SARAU ABERTO ,Poesia , Feira de : rangos ,Arte visuais ,artesanato e abraços !

DJ LUCAS MOURÃO [Campo Grande – MS] Com músicas brasileiras que muito agradam ao paladar.

 

 

Imaginário Maracangalha apresenta espetáculo lúdico em feiras e espaços públicos de Campo Grande

A Tragicomedia de Dom Cristovão e Sinhá Rosinha_Fotos Diogo Gonçalves 2

O Teatro Imaginário Maracangalha apresenta:

‘A Tragicomédia de Dom Cristovão e Sinhá Rosinha’

Prêmio Rubens Corrêa de Teatro

2014

O Teatro Imaginário Maracangalha, grupo de pesquisa em teatro de rua e espaços não convencionais de encenação, ao longo de sua trajetória construiu uma dramaturgia própria a partir do documentário, memória, cultura popular e literatura.

Através do “Prêmio Rubens Corrêa de Teatro 2014”, o grupo estreia a montagem do espetáculo “A tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha” do dramaturgo espanhol Federico Garcia Lorca, escrito na fase juvenil e lúdica do autor.

Nessa nova construção o grupo parte para outro processo de pesquisa que é a encenação de um texto /dramaturgia pronta onde a “farsa” – gênero popular de teatro, é levado a cena com humor, drama e crítica social.

No processo de pesquisa o grupo investigou a cultura popular  na fronteira com o Paraguai e a Bolívia e paralelos nas relações de gênero, patriarcado, ruralismo e capital, presentes na obra e na formação cultural do Mato Grosso do Sul a partir de  suas fronteiras.

Realizou dois “Seminários Arena Aberta: Gênero e Latifúndio e Na rua sem fronteira” além da leitura dramática da obra “A menina carvoeirinha” de Garcia Lorca.

Federico García Lorca tornou-se um dos expoentes máximos da literatura espanhola e mundial. A poesia e a obra teatral de Lorca ficou conhecida por sua envergadura trágica e por sua universal e recorrente temática de amor, morte e liberdade revelando-se um artista preocupado com a renovação da cena e sua recepção, cuja meta era a realização de um teatro eminentemente popular: na linguagem e no acesso.

Na perspectiva de linguagem e acesso do teatro de rua e da arte pública, o grupo composto pelos atores e atrizes Alê Moura, Camilah Brito, Fran Corona, Fernando Cruz, Moreno Mourão e Renderson Valentim, legitima-se como um grupo de criação e pesquisa de trabalho continuado.

O grupo somou suas habilidades à pesquisa da cenografia, adereços, figurino e musicalidade com profissionais e pesquisadores das áreas relacionadas a seus processos de encenação.

O artista plástico GHVA assina a cenografia, figurino, adereços e maquiagem, o músico e maestro Jonas Feliz é o diretor musical do espetáculo sob a direção de Fernando Cruz.

Assim, o grupo é reconhecido pela seriedade e profissionalismo em suas construções, já que às mesmas não ficam engavetadas ou restritas a apresentações de execuções de projetos, e sim, em circulação dentro e fora do Brasil, tratando o recurso público como forma de expansão da arte pública chegando a toda população na rua, de forma democrática.

A execução desse projeto torna pública esta importante obra, assim como ,coloca o nome do autor e a sua relação com a contemporaneidade e nossa cultura  em seu devido lugar e tempo.

SINOPSE

Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.

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Projeto Montagem da Tragicomédia de Garcia Lorca

Prêmio Rubens Corrêa de Teatro 2014

Espetáculo: “Tragicomédia de Dom Cristóvão e sinhá Rosinha”

De Federico Garcia Lorca

PROGRAMAÇÃO

APRESENTAÇÕES

09/05 – SÁBADO

  • horas – Centro Comercial Coophavila –  Marinha

20 horas – Feira da Vila Jacy nas avenidas Laudelino Barcelos e Europa e na Rua Dona Otília Barbosa.

10/05 – DOMINGO

11 horas – Feira Praça Bolívia  – Bairro Santa Fé

16 horas – Parque das Nações Indígenas

12/05 – TERÇA-FEIRA

17 horas – Praça Ary Coelho – Centro

Ficha técnica

Direção – Fernando Cruz

Direção musical – Jonas Feliz

Atuadores: Alê Moura, Camilla Brito, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão, Renderson Valentim

Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva

Arte : Najom- Thiago Silva

Registro audiovisual – Cátia santos

Fotografia – Diogo Gonçalves – Ateliê Passarinho

Realização : Teatro Imaginário Maracangalha

Comparsas : (RBTR ) Rede Brasileira de Teatro de Rua, Najom, Ateliê Passarinho, Associação Miguel Couto, Degrau Estúdio, BRASA Comunicação, Teatral Grupo de Risco, Circo do Mato e Flor & Espinho Teatro

Investimento – FCMS –Prêmio Rubens Correa de Teatro 2014

Contato para imprensa:

Sede do TIM: (67) 3356-7682

Grupo Aluga-se realiza residência em Alagoas e apresenta exposição ‘Pelas Terras da Coroa’

aluga-se em maceio

FUNARTE apresenta:

 

Grupo Aluga-se em São Miguel dos Milagres –Alagoas

 

Artistas residentes tem como principal objetivo levar intervenção artística urbana para todos da cidade

 

Com o objetivo de pesquisar as poéticas de cada artista, em diferentes circunstâncias do cotidiano e, propiciando ao artista em residência o deslocamento e concentração, os artistas Evandro Prado, Giba Gomes e Yara Dewachter embarcam de São Paulo (SP), para São Miguel dos Milagres (AL) no próximo dia 15 de abril.

 

Além de conhecer a cidade através da troca e vivencia com os moradores, discutir com um crítico convidado sobre as experiências da residência e fazer um reflexo da mesma sobre as poéticas de cada um, os artistas pretendem, com a exposição Aluga-se em São Miguel dos Milagres, experimentar e explorar os diálogos possíveis de montagem das obras de arte e no espaço urbano, uma vez que a exposição foge dos padrões expositivos museológicos do ‘cubo branco’ – buscando assim, integrar-se mais ao contexto local.

 

O grupo da Aluga-se permanece até 5 de maio na cidade de São Miguel dos Milagres. As residências artísticas são estruturadas a partir do ‘encontro e concentração, dois eixos importantes de formação do artista.

 

Segundo os responsáveis pelo projeto, por ‘encontro’ entende-se igualmente a troca, vivencia, experiência das relações subjetivas com pessoas e contexto nunca antes visitados. “Além de inserções em grupos culturais estranhos e reconhecimento de alteridade, o artista residente, busca a descoberta do que possa existir entre ambos e, também, há contato entre demais artistas que é onde surgem as afinidades, parcerias e crescimentos”, explica Evandro Prado.

 

Já por concentração, o grupo entende que dentre o contexto afastado de situações corriqueiras, há uma experiência mais sensível de produção, que é de necessidade poética e que alimenta o artista. “Quando se estamos fora do nosso habitat, há pouca dispersão e uma concentração maior na atividade que estamos desenvolvendo, o que possibilita ao artista em residência, ‘afinar’ suas práticas e ideias e mergulhar por inteiro em seu próprio imaginário não deixando de estar aberto com o novo contexto”, ressalta Giba Gomes.

 

A importância do projeto para as práticas artísticas contemporâneas, e para a contribuição na formação profissional/público, consiste em integrar-se em um contexto alheio à produção em arte contemporânea.

“A intenção é através de uma relação de troca, apresentar outras imagens em uma exposição ao final do período de residência, do que foi vivido na cidade”, pontua Yara Dewachter.

 

Portanto, concluímos que a importância do projeto para as práticas artísticas contemporâneas e, tanto para a contribuição na formação profissional e de público, consiste em integrar-se em um contexto alheio à produção em arte contemporânea. A escolha da cidade de São Miguel dos Milagres, que possui cerca de 6 mil habitantes é de justamente fazer uma integração artística entre todos da comunidade.

 

Para os artistas Giba Gomes, Evandro Prado e Yara Dewachter, a relação de troca do que será capturado no período de residência, é de suma importância para a formação da arte em si e, também, de cunho social e artístico para a cidade, que ficará na memória com o objetivo do projeto proposto.

 

Durante o período de residência, na cidade de São Miguel dos Milagres (AL), os artistas representantes do Grupo Aluga-se irão se mobilizar para ministrar oficinas artísticas.

 

São elas:

 

Auto retrato com Yara Dewachter (4 aulas com carga horaria de 8h) – terá um breve histórico do gênero na historia da arte, com desdobramentos na arte contemporânea com referencias de artistas do ramo. O objetivo é fornecer bases teóricas e práticas para a construção do trabalho de cada um. Uma das técnicas que a artista irá usar será a fotografia e intervenção sobre impressão.

Gravura com Giba Gomes (4 aulas com carga horarias de 8 h) – o artista fará um breve conteúdo sobre a historia da gravura seguindo para a prática; nesta oficina será apresentado noções básicas de técnicas de gravura usando materiais baratos. Eles desenvolverão um projeto onde irão preparar e imprimir uma pequena edição.

Desenho de ferrugem com Evandro Prado (2 aulas com carga horária de 4 horas) – aqui o artista iniciará a oficina com teoria sobre o desenho com outros materiais, citando exemplos na contemporaneidade e no passado; partindo para a prática onde o aluno fará um desenho sobre tecido com pregos molhados – o que será apreciado após cinco dias do curso.

Vale lembrar que as oficinas serão destinadas também, a até 50 crianças da comunidade de São Miguel dos Milagres. Já a exposição, ou ação pública, será gratuita e aberta para visitação onde serão exibidas as obras produzidas pelos artistas residentes.

 

Catálogo

 

Todo o trabalho efetuado na cidade de São Miguel dos Milagres será resultado na edição de um catálogo que documentará a experiência e, também, as obras geradas durante a estadia do grupo Aluga-se no município. O lançamento deste catálogo está programado para realizar no começo de novembro, durante a Feira de Arte PARTE – do Paço das Artes da Universidade de São Paulo.

 

Trajetória interestadual

 

A ideia de levar arte e construção artística para cidades fora do eixo Rio-SP não é nova. Os artistas já estiveram realizando residência em 2012, na cidade de Piatã (BA) que, através do premio da Oitava Rede Nacional de Artes Visuais, estabeleceram de forma madura e compreensível, um diálogo com os moradores, explorando seus espaços físicos.

Praça Bolívia tem ultima edição do ano neste domingo

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Banda da Base Aérea e Teatro Imaginário Maracangalha completam a programação da feira cultural

No próximo domingo, dia 14 de dezembro, acontece em Campo Grande, a última edição de 2014 da Praça Bolívia. Como de praxe, aos segundos domingos do mês, o evento já se tornou um marco dentro do calendário cultural campo-grandense e tem colaborado com a exposição artística de artesãos e artistas locais, além da gastronomia e música. A programação da praça começa sempre às 9h e segue até as 14h.

Inaugurada há nove anos, o encontro cultural que foi idealizado através da iniciativa do grupo musical Masis-Brasil – composto por Miska e Edgar Mancilla (in memorian) acontece em um espaço cedido pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, aos redores do bairro Santa Fé. Além da Prefeitura, o evento conta com o apoio da Fundac- Fundação Municipal de Cultura.

Sem dúvidas a Praça Bolívia congrega diferentes representações folclóricas e artísticas, tornou-se um importante vértice cultural da nossa Cidade Morena e cada vez mais, tem se consolidado e enaltecido a cultura do país vizinho. Atualmente, a liderança e iniciativa de manter ativa o encontro cultural é de responsabilidade do grupo de dança folclórico boliviano T’ikay.

T’ikay, que significa “florescer da linguagem artística” também se destacou nestes nove anos de Praça Bolívia e vem assiduamente expressando a cultura boliviana em sua riqueza e diversidade. A comunidade boliviana residente em Campo Grande tem, neste espaço, a possibilidade de revisitar suas expressões culturais manifestadas nas iguarias deliciosas, música, dança e teatro; o que faz realçar a memória de todos os Hermanos que moram aqui.

Vale lembrar que a empresa de reciclagem ECOPLANTAR é parceira do encontro cultural e está presente em todos os eventos com um ponto de coleta seletiva, reunindo materiais recicláveis, óleo de cozinha, óleos recicláveis, poluentes, lixo eletrônico e demais resíduos recicláveis.

SERVIÇO

Praça Bolívia

Dia: 14 de dezembro – domingo

Hora: 9h às 14h

GRATIS

Programação

9h – Abertura com Grupo T’ikay

9h30 – Banda da Base Aérea de Campo Grande

10h – Ana Cabral

10h30 – Grupo Taiko

11h – Espetáculo “Caminhos de Ferro”- Grupo Mambembe de Teatro

11h30 – Espetáculo “Areôtorare – o verbo negro bororo do índio profeta” com Grupo Imaginário Maracangalha

12h – Vinícius da Bahia – Oficina de Origami com a Prof. Morena.

Contato para imprensa

Ingra: (67) 9244-7084

Mônica: (67) 8407-3776

Carol Alencar

Assessoria de Imprensa

(67) 9999-6361

www.brasacomunicacao.com.br

Espetáculo Jogo de Damas acontece neste sábado no MARCO

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Espetáculo Jogo de Damas acontece neste sábado no MARCO

 

Conectivo Corpomancia junto da Arado Cultural apresentam o espetáculo Jogo de Damas, o qual integra o projeto patrocinado pelo FIC (Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul 2014 – Maria, Madalena e Jogo de Damas Intercâmbio.

Acontece no próximo sábado, dia 29 de novembro, às 19h30 a apresentação do espetáculo Jogo de Damas da Esther Weitzman Companhia de Dança, do Rio de Janeiro/RJ e convidadas. O espetáculo compõe o projeto Maria, Madalena & Jogo de Damas Intercâmbio do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul – FIC 2014 e tem entrada gratuita.

A ideia do intercâmbio foi pensada a fim de promover o debate voltado à criação da dança contemporânea, a partir de duas obras “Maria, Madalena do Conectivo Corpomancia de 2010 e “Jogo de Damas” da Esther Weitzman Companhia de Dança e convidadas de 2013, cujas temáticas giram em torno das questões do universo feminino.

Além disso, o encontro permitirá à coreógrafa Esther Weitzman permanecer em residência com as criadoras do Conectivo Corpomancia para juntas rediscutirem o espetáculo de “Maria, Madalena”, focando no aprimoramento da pesquisa e, a partir deste contato, propor modificações à obra.

Jogo de Damas | Por Thereza Rocha

Se os afetos movem um coreógrafo, perpassam as suas obras. A conhecida alegria da coreógrafa e pesquisadora Esther Weitzman faz da estreia de Jogo de Damas, um motivo de comemoração da dança carioca. Às vésperas de completar 15 anos de existência e de trabalho continuado na cidade do Rio de Janeiro, a Esther Weitzman Companhia de Dança chancela a criação desta nova obra, seguindo o investimento de ladear os seus integrantes com intérpretes especialmente convidados. Cada nome, uma singularidade entendida como principio e fim do dançar – compromisso ético aprendido de sua mestra Angel Vianna, cuja herança a coreógrafa exerce diariamente nos seus 25 anos de atividade como educadora do movimento.

Em Jogo de Damas, esse aspecto torna-se especialmente significativo na medida do interesse de Weitzman em investir na experiência dançante como elemento constitutivo da fatura coreográfica. Experiência, no caso, diz do presente e do passado das bailarinas que compõem o elenco. Oito intérpretes, todas mulheres, dentre elas Claudia Horta, Giselda Fernandes, Gisele Alvim, Manuela Weitzman, Mônnica Emílio, Patricia Riess, Renata Maciel e Roberta Repetto, perfazem entre si o duplo sentido que dá nome ao espetáculo.

A escolha pela convivência no palco de variadas faixas etárias é chave do sentido dançado da obra. A coreografia é uma cena porque a dança tornou-se jogo, a ponto de extrair expressividade da vivência do movimento. Este traço marca a poética de Weitzman pautada por consistente e longeva pesquisa desenvolvida no diálogo entre a dança e o silêncio, responsável pela criação de intensas paisagens físicas em seus trabalhos.

Jogo de Damas promete o lúdico e o poético ao público iniciado e não iniciado nos jogos da dança contemporânea, investindo no quanto as variadas intensidades afetivas geradas na atualidade do jogo atuam na corporeidade dançante a ponto de transforma-la continuamente no atrito da experiência. Possibilidade de atar o laço entre palco e plateia que, uma vez dentro da casa teatral, são também tornados partícipes entre si de um ato de jogar.

SERVIÇO

Espetáculo: Jogo de Damas (Esther Weitzman Companhia de Dança/RJ)

(projeto Maria, Madalena & Jogo de Damas Intercâmbio – FIC 2014)

Horário: 19h30

Local: MARCO – Museu de Arte Contemporânea (Rua Antonio Maria Coelho, n 6.000 – Parque das Nações Indígenas)

ENTRADA FRANCA

Assessoria de Imprensa

Carol Alencar

(67) 9999-6361

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